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Título: Una guerra total: Paraguay, 1864-1870.
Título: Ensaio de historia del tiempo presente
Assunto: História da América do Sul, Guerra de Triple Aliança
Autores: Luc Capdevila
Formato: 16x22
Número de páginas: 542
Editora: CEADUC - Editorial SB 2011
ISBN: 9789871256747
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Luc Capdevila

Una guerra total: Paraguay, 1864-1870. Ensaio de historia del tiempo presente
(Uma guerra total: Paraguai, 1864-1870)

Confere resenhas de: Eduardo González Calleja em: Mélanges de la Casa de Velázquez, 41-2
Confere resenhas de: Oriana Perugini em: Cuadernos de Marte, 2/2
Confere resenhas de: Jorge Verstringe em: El viejo topo

Título: Cada texto de um historiador é o fruto de um encontro entre uma pergunta, um argumento, os arquivos e um escrito. Existem centenas de obras sobre a Guerra da Tríplice Aliança, escritas em castelhano, português e inglês; os raros livros em francês remontam ao século XIX. Este livro é diferente dos outros. Ele trata o acontecimento através da dissonância de seus ecos até os dias de hoje. [...] A obra abre-se sobre uma autonomia do conflito: uma guerra americana que foi uma das primeiras guerras modernas. Aqui, o acento recai tanto sobre a dinâmica de toda a sociedade que desembocou no desaparecimento de mais que a metade dos habitantes do Paraguai, 80% dos quais eram da população masculina em armas, quer dizer, pelo fim do conflito, a massa dos “homens” entre dez e doze anos, no máximo. O problema que se apresenta é o do modelo ou, ao contrário, o da singularidade do caso paraguaio, que provoca a pergunta pela comparação histórica. Dito de outro modo, será que podemos dizer que a Guerra da Tríplice Aliança é um exemplo de um processo de “totalização” das guerras internacionais da era industrial, observada também na Europa e na América do Norte desde o fim do século XVIII até o início do séc. XX? Ou será que o ambiente tão particular pós-colonial latino-americano em que ela se deu induziria a uma singularização da “brutalização” do campo de batalha paraguaio? Será que existe uma especificidade das guerras americanas ou até mesmo das guerras sul-americanas?
Título: O segundo movimento procura uma arqueologia da lembrança e projeta luz sobre a relação com o mundo de uma sociedade através de sua história. O impacto que o acontecimento teve sobre a sociedade paraguaia foi considerável. Faz 130 anos que este país estava a ponto de desaparecer; e apesar de tudo, o povo destruído reconstruiu-se recuperando a soberania, tentando compreender o que lhe aconteceu. Poderia se pensar em contrapartida que o conhecimento daquilo que foi seria esclarecido por uma abundante bibliografia. Faz um século que se acumulam as obras, e a compreensão do acontecimento continua perturbada pela paixão, pela exaltação ou pela dor de uma história que continua viva. A historiografia das repúblicas vizinhas sobre a Guerra da Tríplice Aliança, também polêmica e apaixonada até os anos 70, apresenta há uma dezena de anos uma renovação geracional que implica investigações críticas e distanciadas. A historiografia paraguaia apenas começa a transitar neste caminho. (p. 28)
Título: O terceiro movimento deste trabalho está reservado ao arquivo. Encontramos os despachos dos três cônsules franceses, enviados desde Assunção e dirigidos ao Quai d'Orsay entre 1863-1872. São documentos excepcionais que permitem seguir praticamente na íntegra o conflito até o pós-guerra, já que a França de Napoleão III e os Estados Unidos foram os únicos países a manter uma representação permanente no Paraguai de 1864 a 1869. (p. 13-15)

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