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Título: Etnografía Guaraní en el Tesoro de Ruiz de Montoya
Assunto: Estudos antropológicos, etnográficos e linguísticos
Assunto: sobre a cultura guaraní, obras de Ruiz de Montoya
Compilador: Antonio Caballos Piñero
Formato: 16x22
Número de páginas: 448
Editora: CEPAG 2013
ISBN: 9789995349165
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Título: 04.1.2 Partes del cuerpo
Título: 04.1.2.1 Cabeza
Título: Hemos visto que a en composición, es cabeza, fruto, grano de fruta, nacido, hinchazón, corpórea cosa, pedazo de hierro, entidad, etc T003.2b. Pero el término propio as akãng l. akãnga cabeza c de a cabeza nu 2 y kãng hueso T013.1b y por tanto akãnge'y será sin cabeza T013.1b y akãngapekuéra l. akãnguéra calavera T013.2a, akãng usu cabeza grande T013.2b, akãngî l. akãng mirî cabeza chica T013.2a, akãng apu'a cabeza redonda T013.2a, akãng pe[ve] T013.2a, akãng jyka'y cabeza chata T013.2b, akãng apyterakua l. akãng ovi cabeza puntiaguda T013.2a y akãng apixa'î cabeza crespa T013.2a.
Título: (...)
Título: 04.1.2.1.1. Partes de la cabeza
Título: Como partes de la cabeza, puedo citar la akãng apytéra coronilla T013.1b, apyte jepyvu remolino, coronilla de la cabeza T060.2a, apytere corona de la cabeza, y de su sacerdote T060.2a, apyterakua coronilla, cimborrio, chapitel T060.2b, la tetovapy c.d. tova, rostro y apy al fin mollera T385.1a, xe retovapy mi mollera T385.1a, las aty sienes T072.1b, xe aty mis sienes T072.1b con sus atyvakãng entradas de sienes T072.1b. Para añemboatyvu hacer que se meneen (las sienes) T072.2a basta la comida, porque al hacerlo solemos atyvu V aty sienes n 5 menear las sienes como el que come T073.1a, xe atyvytyvu se me menean las sienes (como cuando se come) T072.1b.

Título: (Etnografía Guaraní, pp. 227-8)

Títul o: Sumário (resumido)
Sumário
Primera parte: Tekoha
01 Casa
Título: 01.1 Casa. Características
Título: Título: (...)
Título: Título: 01.1.6 Partes de la casa: contenido
Título: Título: 01.1.7 Cosas de la casa
Título: Título: 01.1.8 Animales caseros
Título: 01.2 Casas
Título: 01.3 Pueblo
02. Agricultura
Título: 02.1 Huerto
Título: 02.2 Chacra
Título: 02.3 Vegetales
03. Naturaleza
Título: 03.1 Monte
Título: 03.2 Agua
Título: 03.3 Caminos, comunicaciones, medios, transporte
Título: 03.4 Atmósfera
Título: 03.5 Monte: animales de monte
Título: 03.6 Caza y pesca
04 Cuerpo
Título: 04.1 Cuerpo. Rasgos biológicos
Título: 04.2. Sentidos
Título: 04.3 Ciclo vital
Título: 04.4 Enfermedades
Título: 04.5 Acciones corporales
Título: 04.6 Trabajo
Título:
Segunda Parte: Teko
05 Persona
Título: 05.1 Acciones, comportamiento
Título: 05.2 Estados de ánimo
Título: 05.3 Sentimientos
Título: 05.4 Facultades, cualidades
Título: 05.5 Defectos, vicios
Título: 05.6 Rasgos psicológicos
06 Familia
Título: 06.1 Miembros
Título: 06.2 Relaciones familiares
07 Relaciones sociales
Título: 07.1 Etnias: tipos
Título: 07.2 Amigos y enemigos
Título: 07.3 Guerra
Título: 07.4 Jefes, Autoridades
Título: 07.5 Súbditos
Título: 07.6 Oficios, roles, profesiones
Título: 07.7 Relaciones hombre-mujer
Título: 07.8 Relación social
Título: 07.9 Interacción social
Título: 07.10 Comportamientos sociales
08 Lenguaje
Título: 08.1 Léxico típico
Título: 08.2 Hispanismos, barbarismos
Título: 08.3 Neologismos
Título: 08.4 Refranes, máximas, sentencias
Título: 08.5 Fábulas, leyendas, cuentos
09 Religión
Título: 09.1 Cristianismo
Título: Título: 09.1.1 Personas
Título: Título: 09.1.2 Lugares sagrados
Título: Título: 09.1.3 Objetos sagrados
Título: Título: 09.1.4 Tiempos sagrados
Título: Título: 09.1.5 Oraciones
Título: Título: 09.1.6 Mitos religiosos
Título: Título: 09.1.7 Moral
Título: Título: 09.1.8 Sacramentos
Título: Título: 09.1.9 Prácticas religiosas
Título: 09.2 La religión guaraní
Título: Título: 09.2.1 Tupã
Título: Título: 09.2.2. Otros espíritus no cristianos
Título: Título: 09.2.3 Religiosidad guaraní
Título: Título: 09.2.4 Hechiceros
Título: Título: 09.2.5 Adivinos
Título: Título: 09.2.6 Ritos no cristianos

Antonio Caballos Piñero

Etnografía Guaraní según el Tesoro de la lengua guaraní de Antonio Ruiz de Montoya

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R$ 246,00

Títul o: Introdução

Título:A leitura de Montoya, especialmente de seu Tesouro, pede não só ciência e senso linguísticos, mas “uma afinidade eletiva”, como diria Goethe, quer dizer, um tipo peculiar de experiência. Detectar os eixos temáticos de Montoya e agrupar seus campos semânticos específicos para descobrir a etnografia guarani neles contida – pois este é o propósito de Antonio Caballos neste trabalho – é um caminho pessoal e único. Já Egon Schaden, o primeiro grande sistematizador e etnólogo do modo de ser guarani no século XX, disse: “Se em qualquer ciência humana há laços mais íntimos do que o simples vínculo racional, isto vale de maneira muito particular para o pesquisador da cultura guarani, cujo entendimento requer um alto grau de identificação ou, pelo menos, de sintonia com a índole da tribo”.
Título:
Título:Prescindindo de marcos teóricos que a academia às vezes exige e que parecem antes propostos na falta do trabalho de campo imprescindível, Antonio Caballos descreve de modo bastante detalhado o plano organizador desta pesquisa, e não como projeto, e sim como prática. O caminho seguido neste trabalho foi feito ao caminhar. Não me acanho em repetir uma vez mais que o conhecimento dos Guarani se constrói caminhando com eles, e não na frente deles, e sim um passo atrás. Aprender a caminhar é aprender a observar para poder agir. A pedagogia indígena é ensinar e aprender fazen.do
Título:
Título:A releitura que Antonio Caballos faz do Tesouro nos transporta, em muitos casos, ao momento concreto em que a palavra foi encontrada e registrada por Montoya, em contextos definidos e em quadros temáticos nos quais se encontram traços adjacentes e próximos. Alguns dos livros dos primeiros tempos coloniais que falam dos Tupi e Guarani, como os de Hans Staden (1557) e André Thévet (1557) para o Brasil, e de Ulrich Schmidl (1567) para o Paraguai, estão ilustrados com cenas de grande conteúdo etnográfico que convidam à observação pormenorizada da cada traço e incitam o desejo de dar nome a cada personagem e objeto apresentado.
Título:
Título:O próprio Montoya não apresentava as palavras separadamente, mas intencionalmente inseridas em conjuntos maiores que configuram grandes eixos temáticos. Palavras e sintagmas vêm do uso da língua ou estão destinados a serem usados como língua. Estas são as sínteses que Caballos trabalha, reconstruindo, a partir de uma observação aguda dessas unidades etnográficas, cenas mais gerais. Este é o melhor caminho para transitar da etnografia para a etnologia, e ele é feito sem perder a fascinação e o encanto pelo experimentado e vivido – e entesourado na memória.
Título:
Título:Uma leitura deste tipo, que resgata o trabalho original e a intenção de Montoya, pode ser realizada somente por alguém que também teve uma experiência da vida guarani, que já dormiu na rede ou no chão, que já caminhou pelo mato em companhia de um Guarani para verificar as armadilhas ou buscar mel, que já sentiu as inclemências do tempo na selva, que já dançou e cantou a noite inteira ao som de maracás agitados pelos homens e aos ritmos de espessas canas de bambu sacudidas pelas mulheres, e que já sentou para tomar mate junto ao fogão – uma experiência, diga-se de passagem, certamente partilhada também por Montoya, para quem a erva do Paraguai ainda era a “erva do Diabo”.
Título:
Título: Bartomeu Melià