Título: Sumário
Título:
Título: I. Los ejércitos invaden

Corrales
El asalto a Itatí
Al gato y el ratón con las chatas
La batalla de la Isla de Redención
El cruce del Paranáo:
o:
Título: II. Baño de sangre
La batalla de Estero Bellaco
Desafíos médicos
Un vasto campo de muerte: Tuyutí
El despuéso:
:
Título: III. A través de los pantanos
El primero de varios intervalos
Protestas, desilusión e intentos de hacer la paz
La batalla de Yataity Corá
Boquerón
Resultados y costoso:

Título: IV. Riesgos y percances
Curuzú
La conferencia de Yataity Corá
Curupayty
Consecuencias inmediatas

Título: V. Tropiezo aliado
Flores se retira
Afuera con lo antiguo
Adentro con lo nuevo
La reacción argentina
En el frente
Un dilema para paraguayos
Washburn entra en la escena
Final de un año de incertidumbres
La muerte del general Díaz
La partide de Mitre

Título: VI. Un frente estático
La vida en los campamentos aliados
Enfermedades
El frente paraguayo
Aguardando en Humaitá

Título: VII. La política por otros medios
Malos cálculos diplomáticos y de todo tipo
La prensa de guerra: los aliados apuntalan su ventaja
La prensa de guerra: los paraguayos contratacan
La prensa de guerra: una apelación a lo vernáculo
Algunos personajes

Título: VIII. Innovaciones y limitaciones
La campaña de Mato Grosso
El "cuerpo" de globos
Mitre contempla el panorama

Conclusión
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Título: La Guerra de la Triple Alianza. Vol. II
Assunto: História da América do Sul, Guerra
Assunto: da Triple Aliança
Autor: Thomas Whigham
Formato: 15x24
Número de páginas: 454
Editora: Taurus 2013
ISBN: 9789995390747
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Título: Introdução

Título: Guerras tendem a começar com entusiasmo e terminar de forma triste. Antes de destruir um povo, a guerra desumaniza, rouba suas qualidades mais apreciadas e, inevitavelmente, os indivíduos de carne e osso, de nome e sobrenome, os Juan Gonzalez e João Mendonça, acabam sendo reduzidos ao status de paraguaio e brasileiro para, finalmente, serem lembrados como "mortos honoráveis".
Título: Levou menos de um ano frustrar as expectativas paraguaias de glória. Para os finais de 1865, os paraguaios já tinham dedicado um tempo considerável para ponderar seu futuro imediato. Seus exércitos tinham ocupado com sucesso os distritos do sul de Mato Grosso e certas regiões de Corrientes e do Rio Grande do Sul, mas também tinham sido repelidos e tiveram que voltar para a sua margem do Alto Paraná. Foram forçados a permanecer em uma postura defensiva que trazia somente perigos. E, se quisessem sobreviver, eles tinham que reescrever as suas próprias regras e se tornar uma nova classe de soldados, um novo tipo de cidadãos e um novo tipo de paraguaios. O segundo volume deste estudo centra-se em como os paraguaios conseguiram esse objetivo, como os aliados responderam a essas mudanças e, para melhor ou pior, como ambos os lados permaneceram de pé durante um cerco que parecia não ter fim.
Título: Os aliados se sentiam otimistas exultantes quando começou 1866. Os paraguaios tinham esgotado suas opções diplomáticas e os brasileiros e argentinos haviam isolado o país com um bloqueio impenetrável. O apoio que o Marechal Francisco Solano López esperava encontrar fora do seu país se tornou ilusório. Esse apoio nunca foi além de meras palavras. Além disso, o Marechal tinha perdido a melhor parte da sua frota de rio e de 30.000 a 40.000 homens, mortos, feridos ou desaparecidos.
Título: No entanto, a luta continuou. Embora a conveniência pela paz ocupa um lugar quase constante de preferência nas mentes e nos corações dos diplomatas e estadistas, semelhante racionalização não convenceu nem o soldado paraguaio de 1866 e nem os generais, ambiciosos em todos os lados e fomentos de outra rodada de glória.
Título: Como demonstramos no primeiro volume, o imperador brasileiro Dom Pedro II considerava a luta contra o Paraguai como uma espécie de cruzada pessoal. Don Pedro via o seu país como um reino iluminado, mais além das suas falhas e fraquezas, cuja dignidade tinha sido ofendida pelo Marechal com a sua invasão do Mato Grosso e do Rio Grande do Sul. A escravidão, a pobreza e o isolamento já tinham socavado a reputação do Brasil aos olhos do mundo; também a nada ajudaria adicionar um sinal de fraqueza em relação aos vizinhos. Para superar esses defeitos, permitir que o nobre espírito de seu império brilhasse através deles e espalhar a civilização em um povo inculto, Pedro precisava de uma vitória absoluta sobre o Paraguai. Para ele, o futuro do Brasil só poderia ser desenhado através de Assunção.
Título: Ao contrário do imperador, Bartolomé Mitre, o presidente argentino, viu a luta contra o Paraguai em termos políticos, e como o mestre de xadrez que foi, tratava os exércitos como peões que podiam ser sacrificados utilmente em busca do ganho requerido. A expulsão de López de Corrientes lhe deu uma alavanca ainda maior sobre os seus opositores internos na Argentina e não podia se dar luxo de perder essa vantagem. Tampouco pretendia conceder aos brasileiros mais daquilo que já tinha lhes conferido. Tomar Assunção poderia enfraquecer seus inimigos de todos os lados.
Título: Em 1866, o entusiasmo paraguaio para a luta já era uma coisa do passado, desvanecida com os mortos em Riachuelo e Uruguaiana. O sentimento dominante de tristeza e apreensão lentamente começou a se estabelecer, embora ainda não tivesse se aprofundado. Como este segundo volume vai demonstrar, no entanto, as dores de desespero logo se tornarão evidentes. Arrasarão a terra como um caudal terrível e ninguém no Paraguai permanecerá indene. A tragédia mais obscura estava esperando agachada.

Thomas Whigham

A guerra da Triple Aliança. Vol. II. O triunfo da violencia, o fracaso da paz

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